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Vivo da Reciclagem



Salgueiro Sustentável: Ancião de 88 anos trabalha com lixo pra complementar renda



O tradicional era, que após a aposentadoria houvesse uma diminuição na carga de trabalho para viver a vida com mais tempo e qualidade. Isso é o que deveria acontecer; mas, não foi o caso de seu Raimundo Pedro dos Santos de 88 anos, que preferiu continuar na ativa para complementar a renda familiar. Há dois anos seu Pedro, percorre as ruas dos Bairros N. S. Fátima, Novo Everest, Asa Branca e Santa Margarida, "buscando no lixo", itens recicláveis para revendê-los, e se manter com mais dignidade.
Indagado, respondeu que é pai de 15 filhos, perdeu a conta de netos e bisnetos, mas vive feliz, por não ser ocioso e assim mantém o corpo e a mente em necessária atividade por uma boa saúde. O ancião de 88 anos reside no bairro Pimenta em Salgueiro-PE e agradece a DEUS pela possibilidade de trabalhar. diariamente, em algo que faz bem para a comunidade.
Perguntar não ofende, os filhos têm obrigação de sustentar os pais na velhice?

G7 Salgueiro: Salgueirense sustenta 10 filhos e 3 netos com reciclagem

Ela passa despercebida pelas ruas e pouquíssimas pessoas sabem o bem que ela faz pra sociedade. O que pode ser inútil pra você, pode se transformar em fonte de renda para Dona Inês da reciclagem. Ela sobrevive com um dos os inúmeros problemas que afetam a humanidade, o lixo. 
Inês Ferreira da Silva tem 54 anos, e é através da venda de produtos recicláveis que ela sustenta dez(10) filhos e três(3) netos, grande parte convive junto, numa pequena e humilde casa no loteamento Monte Alegre. 
 “Não é fácil trabalhar com o lixo”, afirmou a autônoma que ganha a vida entre idas e vindas, empurrando uma carroça com materiais recicláveis. “É sofrido. Tem que ter muita vontade, fé e garra, pois o trabalho é duro”, ressaltou.
Trabalhando mais de 12h por dia, todo esforço é recompensado por uma renda mensal que não chega a R$ 600,00. 

De tanta exposição ao sol, Dona Inês do lixo aparenta ter uns 70 anos de idade.  O sofrimento é tamanho que ela desabafou, “Eu trabalho de dia e de noite com sol e chuva, minha rotina de trabalho é desgastante, estou acabada”. 
Recolho os materiais encontrados nas lixeiras e ruas da cidade e vendo”, informou ela.

“Com o pouco dinheiro, compro comida, mas preciso da generosidade de outros pra complementar a alimentação”. Acrescentou murmurando. 
Indagamos sobre o seu lar, móveis e ela revelou que precisa de tanta coisa. “O fogão tá muito velho, falta colchão...”; e aí a emoção tomou de conta novamente. 

Desta forma, vive essa catadora que, historicamente, tira do lixo o seu sustento. Ela convive diariamente com os riscos, devido aos recicláveis estarem misturados, o que o gerador não teve a decência de separar e colocou no mesmo saco o que pode e o que não pode ser reaproveitado. 
Apredemos, lixo é cidadania. Tomemos a atitude de separa-los. 

Aqui deixamos o número do celular do seu filho para contato ou doação. Operadora Oi – 87.98845.4269

Segundo pesquisa Nacional de Saneamento Básico realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), estima-se que um em cada 1000 brasileiros é catador e que três em cada dez catadores gostariam de continuar na cadeia produtiva da reciclagem mesmo que tivessem uma alternativa. Apesar dos dados do IBGE, os catadores são vítimas de preconceito por parte da sociedade. “O povo olha para os catadores com nojo”, afirma a catadora Dona Inês. “O trabalho que os catadores realizam é digno e ajuda o meio ambiente”, concluiu.



G7 Salgueiro: Conheça o catador de reciclagem que ganha menos de R$ 500, mês

Já imaginou, você ter que trabalhar o mês inteiro, com carga horária a partir das 05h, da manhã e sem horário para parar? É assim a rotina do Srº Antonio Ancilon Gomes de 56 anos, que a três, sobrevive com reciclagem na cidade de Salgueiro-PE. Por todo tempo dedicado diariamente, de domingo à domingo, catando o descarte do lixo, por todos os bairros, pasmem, ele fatura menos de R$ 500,00 mês. Ele se diz envergonhado em revelar o seu faturamento mensal, mas é com esse pouco, porém justo e honestamente, que sustenta a esposa, dois filhos e um neto, numa pequena e paupérrima casa, na Rua: Maria Antonia da Conceição, 344 no Bairro Divino Espírito Santo. Ele é bastante conhecido como, Antonio Baixinho, isso pela sua estatura física. Vamos lá, no caso, casa paupérrima devido aos improvisos e gambiarra que nela há. Quando chove, a água entra por todo o teto, a coberta da casa deve ser, praticamente, substituída, as portas como o banheiro, piso e reboco, é de dá dó. Tem que ver para crer, nessa narrativa. Pois é, Antonio Baixinho da reciclagem continua, apesar da inexistência de conforto e segurança no lar, sua caminhada na busca de poucas realizações para complementar sua felicidade.
O despertar do interesse em ajudá-lo, ir ao seu encontro ou ligar para 87.99802.8097.

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