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Funcionários públicos e trabalhadores da iniciativa privada paralisam suas atividades nesta sexta-feira (14) em diversas partes do país contra a reforma da Previdência.

Em São Paulo, as principais linhas do metrô: a 1 – Azul, a 2 – Verde e a 3 – Vermelha não operam durante todo o dia, além da linha 15 – Prata. As linhas 4 – Amarela e 5 – Lilás, que são privadas, e a CPTM vão funcionar normalmente.

Os ônibus municipais não circulam até seis da manhã e uma assembleia nas garagens decide logo no início da manhã a continuidade ou não da greve. Os ônibus metropolitanos da EMTU aderiram a paralisação e a prefeitura de São Paulo voltou atrás da decisão de suspender o rodízio, que vale normalmente na capital.

As escolas de rede municipal e estadual de São Paulo não funcionam e ao menos 33 instituições privadas aderiram a greve.
No Rio de Janeiro, as aulas também devem ser afetadas. No transporte público carioca não há paralisação dos serviços do metrô e dos trens, já o sindicato dos motoristas de ônibus aderiu à paralisação.

Em Belo Horizonte, os ônibus vão circular e o metrô está parado. Na capital mineira ainda haverá greve dos trabalhadores da rede municipal de ensino.
Além das paralisações também estão previstas manifestações nas principais cidades do país. Os atos foram convocados por centrais sindicais como a CUT e a Força Sindical.
*Com informações do repórter Afonso Marangoni - Jovem Pan

Protestos contra Reforma paralisam linhas de metrô e ônibus em SP, RJ e BH


Funcionários públicos e trabalhadores da iniciativa privada paralisam suas atividades nesta sexta-feira (14) em diversas partes do país contra a reforma da Previdência.

Em São Paulo, as principais linhas do metrô: a 1 – Azul, a 2 – Verde e a 3 – Vermelha não operam durante todo o dia, além da linha 15 – Prata. As linhas 4 – Amarela e 5 – Lilás, que são privadas, e a CPTM vão funcionar normalmente.

Os ônibus municipais não circulam até seis da manhã e uma assembleia nas garagens decide logo no início da manhã a continuidade ou não da greve. Os ônibus metropolitanos da EMTU aderiram a paralisação e a prefeitura de São Paulo voltou atrás da decisão de suspender o rodízio, que vale normalmente na capital.

As escolas de rede municipal e estadual de São Paulo não funcionam e ao menos 33 instituições privadas aderiram a greve.
No Rio de Janeiro, as aulas também devem ser afetadas. No transporte público carioca não há paralisação dos serviços do metrô e dos trens, já o sindicato dos motoristas de ônibus aderiu à paralisação.

Em Belo Horizonte, os ônibus vão circular e o metrô está parado. Na capital mineira ainda haverá greve dos trabalhadores da rede municipal de ensino.
Além das paralisações também estão previstas manifestações nas principais cidades do país. Os atos foram convocados por centrais sindicais como a CUT e a Força Sindical.
*Com informações do repórter Afonso Marangoni - Jovem Pan

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