Social Items


A Polícia Civil de Suzano, na Grande São Paulo, prendeu na tarde desta quinta-feira (2) mais um suspeito de envolvimento no massacre na Escola Raul Brasil, que terminou com a morte de dez pessoas. Segundo informação obtida pela Jovem Pan, trata-se de Geraldo de Oliveira Santos, de 41 anos, suspeito de vender a arma de fogo utilizada no crime.
O homem preso na tarde de hoje é o quinto suspeito de ajudar a dupla — Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos — que cometeu o ataque brutal aos alunos e funcionários do colégio (leia mais abaixo).
Segundo a polícia, Geraldo de Oliveira Santos seria o “vendedor” do revólver calibre 38 usado no crime. Antes dele, mais três pessoas foram presas suspeitas de intermediarem a venda (ou seja, ajudaram no caminho até que a arma chegasse à dupla). E um menor de 17 anos também foi apreendido em março, investigado como um dos mentores intelectuais dos assassinatos.

A tragédia

Os dois atiradores foram identificados como Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos. Ambos estudaram na Raul Brasil no passado. A motivação do crime ainda é desconhecida.
O secretário estadual de Segurança Pública, João Camilo Pires de Campos, informou que as oito vítimas eram cinco alunos, duas funcionárias da escola e o dono de uma loja de carros vizinha ao colégio, que era tio de um dos assassinos. Os nomes (clique aqui para ler) foram divulgados no início da tarde do mesmo dia.

Prefeito garante “trabalho sendo feito”

No dia 13 de abril, data em que o ataque completou um mês, a Prefeitura de Suzano realizou no Parque Max Feffer, local onde aconteceu o velório coletivo dos jovens assassinados, um evento com a apresentação de artistas para “promover a cultura de paz”. Houve shows de Família Lima, Ana Vilela, Paulo César Baruk, entre outros. Apesar da proposta de homenagear as vítimas, o ato recebeu duras críticas de moradores e pais de alunos.
Na ocasião, em entrevista ao Jornal da Manhão prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR-SP), rebateu as opiniões contrárias à realização do evento. Segundo ele, o ato, denominado “Suzano pela Paz”, pretendia apenas “transmitir uma mensagem de paz, união e reflexão”.
“Nós tivemos o cuidado de conversar com grupos de mães, pessoas que estiveram diretamente relacionadas a esse triste episódio. Nós respeitamos aquelas pessoas que não entenderam desta forma, mas o nosso objetivo é levar essa mensagem”, afirmou.
“Há muito trabalho sendo feito, principalmente na área da segurança, do atendimento às famílias, na questão médica em parceira com o governo, mas nada disso vai adiantar se não tiver essa presença da família, essa união de todos. Então, essa é a mensagem. O carinho, o abraço e a solidariedade às vítimas e às famílias”, acrescentou. Jovem Pan

Massacre de Suzano: polícia prende mais um suspeito


A Polícia Civil de Suzano, na Grande São Paulo, prendeu na tarde desta quinta-feira (2) mais um suspeito de envolvimento no massacre na Escola Raul Brasil, que terminou com a morte de dez pessoas. Segundo informação obtida pela Jovem Pan, trata-se de Geraldo de Oliveira Santos, de 41 anos, suspeito de vender a arma de fogo utilizada no crime.
O homem preso na tarde de hoje é o quinto suspeito de ajudar a dupla — Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos — que cometeu o ataque brutal aos alunos e funcionários do colégio (leia mais abaixo).
Segundo a polícia, Geraldo de Oliveira Santos seria o “vendedor” do revólver calibre 38 usado no crime. Antes dele, mais três pessoas foram presas suspeitas de intermediarem a venda (ou seja, ajudaram no caminho até que a arma chegasse à dupla). E um menor de 17 anos também foi apreendido em março, investigado como um dos mentores intelectuais dos assassinatos.

A tragédia

Os dois atiradores foram identificados como Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos. Ambos estudaram na Raul Brasil no passado. A motivação do crime ainda é desconhecida.
O secretário estadual de Segurança Pública, João Camilo Pires de Campos, informou que as oito vítimas eram cinco alunos, duas funcionárias da escola e o dono de uma loja de carros vizinha ao colégio, que era tio de um dos assassinos. Os nomes (clique aqui para ler) foram divulgados no início da tarde do mesmo dia.

Prefeito garante “trabalho sendo feito”

No dia 13 de abril, data em que o ataque completou um mês, a Prefeitura de Suzano realizou no Parque Max Feffer, local onde aconteceu o velório coletivo dos jovens assassinados, um evento com a apresentação de artistas para “promover a cultura de paz”. Houve shows de Família Lima, Ana Vilela, Paulo César Baruk, entre outros. Apesar da proposta de homenagear as vítimas, o ato recebeu duras críticas de moradores e pais de alunos.
Na ocasião, em entrevista ao Jornal da Manhão prefeito de Suzano, Rodrigo Ashiuchi (PR-SP), rebateu as opiniões contrárias à realização do evento. Segundo ele, o ato, denominado “Suzano pela Paz”, pretendia apenas “transmitir uma mensagem de paz, união e reflexão”.
“Nós tivemos o cuidado de conversar com grupos de mães, pessoas que estiveram diretamente relacionadas a esse triste episódio. Nós respeitamos aquelas pessoas que não entenderam desta forma, mas o nosso objetivo é levar essa mensagem”, afirmou.
“Há muito trabalho sendo feito, principalmente na área da segurança, do atendimento às famílias, na questão médica em parceira com o governo, mas nada disso vai adiantar se não tiver essa presença da família, essa união de todos. Então, essa é a mensagem. O carinho, o abraço e a solidariedade às vítimas e às famílias”, acrescentou. Jovem Pan

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Comentários