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O número de notificações de doenças envolvendo o mosquito Aedes aegypti no município de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, até o dia 2 de fevereiro, cresceu, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o levantamento da VII Gerência Regional de Saúde (Geres), os casos suspeitos de dengue tiveram um aumento de 1.871%, indo de sete em 2018, para 138 neste ano. Os de chikungunya passaram de três para 14.

Dois casos de zika também foram notificados. Secretaria Estadual de Saúde (SES), até o momento, apenas ocorrências de chikungunya forma confirmados.

De acordo com a SES, existe um empenho da pasta para combater o mosquito Aedes aegypti, evitando proliferação de doenças causadas pelo inseto, as arboviroses. A secretaria informou que uma busca ativa foi realizada nos serviços de saúde de Salgueiro para averiguar os casos. 

Além disso, já foi feita, em alguns bairros da cidade, pulverização em UBV leve, que é a aplicação de inseticida em dosagens baixas para eliminar o inseto vetor, trabalho realizado a partir da análise dos dados e que segue rigoroso critério técnico. G1

Secretaria de saúde de PE alerta para o aumento de casos suspeitos de arboviroses em Salgueiro


O número de notificações de doenças envolvendo o mosquito Aedes aegypti no município de Salgueiro, no Sertão de Pernambuco, até o dia 2 de fevereiro, cresceu, em relação ao mesmo período do ano passado. De acordo com o levantamento da VII Gerência Regional de Saúde (Geres), os casos suspeitos de dengue tiveram um aumento de 1.871%, indo de sete em 2018, para 138 neste ano. Os de chikungunya passaram de três para 14.

Dois casos de zika também foram notificados. Secretaria Estadual de Saúde (SES), até o momento, apenas ocorrências de chikungunya forma confirmados.

De acordo com a SES, existe um empenho da pasta para combater o mosquito Aedes aegypti, evitando proliferação de doenças causadas pelo inseto, as arboviroses. A secretaria informou que uma busca ativa foi realizada nos serviços de saúde de Salgueiro para averiguar os casos. 

Além disso, já foi feita, em alguns bairros da cidade, pulverização em UBV leve, que é a aplicação de inseticida em dosagens baixas para eliminar o inseto vetor, trabalho realizado a partir da análise dos dados e que segue rigoroso critério técnico. G1

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