Apoio de partido no segundo turno não terá influência - G7 Salgueiro

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Apoio de partido no segundo turno não terá influência

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Seis partidos definiram ontem suas posições políticas no segundo turno da eleição presidencial. Trata-se apenas de simbolismo porque nesta fase da campanha, apoio de partido não vale absolutamente nada. O eleitor é quem vai escolher, sem influência de líderes políticos, entre Fenando Haddad ou Jair Bolsonaro, independente de recomendação partidária. No primeiro turno, pelo menos no Nordeste, o apoio dos governadores ao candidato do PT deu resultado. Ele obteve 46% dos votos da região, ante 30% de Jair Bolsonaro. Agora a história é outra. 

O candidato do PSL, para citar apenas este exemplo, foi vitorioso em cidades como Recife, Jaboatão, Olinda, Paulista, Cabo, Caruaru e Petrolina. E neste segundo turno deve ampliar sua votação em todos os municípios pernambucanos mesmo sem o apoio do governador já eleito Paulo Câmara. Na capital, ele foi apoiado por todas as classes sociais, dos ricos de Boa Viagem aos pobres do morro de Casa Amarela, significando que esses eleitores votaram contra o PT e o PSDB e querem algo novo na Presidência da República. Por Inaldo Sampaio

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