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Coeficiente eleitoral
Pelos cálculos dos deputados estaduais, ninguém chegará à Assembleia Legislativa pelo “chapão” do PSB com menos de 50 mil votos. Já pela “chapinha” do PP seriam necessários, apenas, 35 mil. Mas, mesmo que esse cálculo se confirme, a “chapinha” elegeria tão somente 10 parlamentares. Significa que pelo menos quatro dos atuais 14, perderiam a eleição.


Comando firme > Quem deixou seus antigos partidos para se filiar ao PP foi previamente avisado pelo presidente Eduardo da Fonte que teria que seguir sua orientação, qualquer que fosse ela, nas eleições deste ano. Daí o medo que o PSB tem da força política dele.

O embate > Jarbas Vasconcelos (MDB) e Mendonça Filho (DEM) caminharam juntos em Pernambuco desde a eleição de Gustavo Krause para o governo estadual em 1994. Foram aliados, portanto, durante 24 anos. Agora, os dois vão se enfrentar na disputa para o Senado e, para sorte de ambos, há muita gente do governo e da oposição querendo votar neles.

A evolução > Marina (Rede) mudou para melhor o seu discurso em relação à campanha de 2014. Está falando com mais clareza e mais profundidade sobre as grandes questões nacionais e não apenas sobre meio-ambiente. Por isso sua recente passagem pelo Recife foi um sucesso.

Tem força? > Sílvio Costa (Avante) pretende, nessas eleições, igualar-se a Fernando Bezerra Coelho (MDB), que saiu do pleito de 2014 com um senador, um deputado federal e um deputado estadual. O senador seria o próprio Sílvio, o federal Sílvio Costa Filho, e o estadual seu caçula, João Paulo. Porém, falta ainda ter uma “Petrolina” como base para decolagem.

O discípulo > Klebel Cordeiro, eleito prefeito de Salgueiro pelo MDB, segue a orientação política do senador Fernando Bezerra e não do vice-governador Raul Henry. Por isso, está apoiando Armando Monteiro (PTB) para governador e não Paulo Câmara (PSB). Por Inaldo Sampaio

G7 Fique por Dentro: Rapidinhas - Sexta-Feira 15/06/2018


Coeficiente eleitoral
Pelos cálculos dos deputados estaduais, ninguém chegará à Assembleia Legislativa pelo “chapão” do PSB com menos de 50 mil votos. Já pela “chapinha” do PP seriam necessários, apenas, 35 mil. Mas, mesmo que esse cálculo se confirme, a “chapinha” elegeria tão somente 10 parlamentares. Significa que pelo menos quatro dos atuais 14, perderiam a eleição.


Comando firme > Quem deixou seus antigos partidos para se filiar ao PP foi previamente avisado pelo presidente Eduardo da Fonte que teria que seguir sua orientação, qualquer que fosse ela, nas eleições deste ano. Daí o medo que o PSB tem da força política dele.

O embate > Jarbas Vasconcelos (MDB) e Mendonça Filho (DEM) caminharam juntos em Pernambuco desde a eleição de Gustavo Krause para o governo estadual em 1994. Foram aliados, portanto, durante 24 anos. Agora, os dois vão se enfrentar na disputa para o Senado e, para sorte de ambos, há muita gente do governo e da oposição querendo votar neles.

A evolução > Marina (Rede) mudou para melhor o seu discurso em relação à campanha de 2014. Está falando com mais clareza e mais profundidade sobre as grandes questões nacionais e não apenas sobre meio-ambiente. Por isso sua recente passagem pelo Recife foi um sucesso.

Tem força? > Sílvio Costa (Avante) pretende, nessas eleições, igualar-se a Fernando Bezerra Coelho (MDB), que saiu do pleito de 2014 com um senador, um deputado federal e um deputado estadual. O senador seria o próprio Sílvio, o federal Sílvio Costa Filho, e o estadual seu caçula, João Paulo. Porém, falta ainda ter uma “Petrolina” como base para decolagem.

O discípulo > Klebel Cordeiro, eleito prefeito de Salgueiro pelo MDB, segue a orientação política do senador Fernando Bezerra e não do vice-governador Raul Henry. Por isso, está apoiando Armando Monteiro (PTB) para governador e não Paulo Câmara (PSB). Por Inaldo Sampaio