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G7 Saúde: Consumo excessivo de álcool nas festas de final de ano traz riscos, de acordo com o CISA

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Fim de ano chegando, confraternizações, réveillon, férias, período em que muita gente aproveita para relaxar da correria do dia a dia e, então, os exageros são mais comuns. Por esse motivo, o Centro de Informações sobre Saúde e Álcool – CISA, uma das principais fontes no país em relação ao binômio Saúde e Álcool, alerta para que as pessoas não consumam álcool em excesso para que esse período de festas não acabe mal.

Beber socialmente é válido, mas quando se ultrapassa limites, com certeza, você terá um lembrete no dia seguinte: a famosa ressaca. Os sintomas mais comuns são dores de cabeça, boca seca, náuseas, tontura, desconforto gastrintestinal, cansaço, sonolência, irritabilidade, tremores e falta de apetite.

“A ressaca é o resultado da intoxicação aguda do álcool e tem início aproximadamente de 6 a 8 horas após o consumo. Pode prejudicar também a qualidade do sono, por interferir na atividade do cérebro e nos níveis de hormônios que regulam o sono e o “relógio biológico”. Dessa maneira, os efeitos do álcool no sono poderiam explicar o cansaço e disfunção cognitiva observados no dia seguinte à ingestão”, explica Dr. Arthur Guerra de Andrade, presidente executivo do CISA.

Ainda segundo o médico, outra consequência frequente do consumo excessivo é o blecaute alcóolico, ou a amnésia alcoólica, que é a incapacidade de se lembrar de fragmentos ou eventos ocorridos enquanto se está bebendo. Ou seja, durante este período a pessoa está acordada realizando atividades normalmente como andar, falar, praticar atividades sexuais e o cérebro é incapaz de formar memórias dessas situações.

O consumo de álcool em excesso pode trazer danos ainda mais graves que podem até mesmo levar à morte. “O coma alcóolico é o resultado de uma intoxicação severa por álcool. Além da perda da consciência, outras áreas do cérebro que são responsáveis pelas funções vitais, como a respiração, temperatura do corpo e batimentos cardíacos, começam a falhar. Quando se chega nesse estágio, é sinal de que o consumo foi excessivamente alto e os sintomas que podem se manifestar são: confusão mental, dificuldade para se manter acordado, vômitos, convulsões, diminuição da frequência cardíaca e da temperatura corporal, e ausência de reflexos”, afirma Dr. Guerra.

Outra orientação importante para ter um final de ano tranquilo, sem tragédias, é ter a consciência de que, se for beber, não dirigir. Infelizmente, todos os anos, as estatísticas de mortes no trânsito mostram que, em grande parte dos acidentes, o motorista estava alcoolizado. Os efeitos da bebida alcoólica são duradouros e diminuem a capacidade de concentração, discernimento e coordenação. “Um copo de cerveja ou uma taça de vinho levam aproximadamente uma hora para serem totalmente eliminados do corpo. O álcool afeta diversas funções cerebrais; portanto, a melhor forma de prevenir acidentes é evitar essa combinação fatal de bebida e direção”, alerta o presidente do CISA.

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